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No segundo episódio do Same Old Stuff, Christian Yanke avalia "A Última Ceia do Bandido", o projeto mais recente de Prodígio.
Antes de chegar ao álbum, o episódio faz uma retrospectiva necessária aos últimos cinco anos da carreira do rapper da Linha de Sintra. Refletimos sobre os exageros das eras "Prodigia-te" e "King Tour", questionando a estratégia de inundar o mercado com 66 músicas num só ano sem o suporte de uma equipa de imagem e comunicação robusta. O episódio chora também a morte da personagem "Riquinho", argumentando que o último EP da mesma foi vazio de impacto.
Em relação a "A Última Ceia do Bandido", a análise foca-se naquilo que pareceu mais intencional do que genuíno. Analisamos as parcerias com nomes como Slow J e Valete, que falharam em entregar a emoção real da Força Suprema, contrapondo-as com as faixas que salvam o álbum, como "A Palma Queimada" e os arranjos de Ghetto Ace em "Heaven 2".
Ouve o episódio completo para descobrires por que razão o álbum recebeu uma avaliação final entre 7.5 e 8/10.
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